Archive for the ‘do estágio’ Category

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the end

Julho 6, 2007

último dia de estágio no Público.

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enquanto houver estrada..

Junho 25, 2007

Aproxima-se a um ritmo frenético o final do estágio no Público. E parece que ainda ontem comecei. A coisa tem corrido muito bem, felizmente. Mas é tempo de (re)pensar as linhas da vida e apontar direcções. Há portas, ainda incertas, a abrirem-se. Delas falarei quando o que está no ar se tornar palpável. Agora, resta-me dizer que estagiar neste jornal tem sido uma das melhores experiências que me proporcionaram estes 22 anos de dias e noites.

Quando sair, sairei contente. Dei o que pude e, julgo, recebi umas quantas coisas em troca. O meu mundo (ainda) é Público e nunca deixará de o ser por inteiro, espero.

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do digital

Junho 16, 2007

Hoje, no suplemento Digital, está provavelmente aquele que será «o trabalho» do meu estágio no Público: Wikipédia, quem são os que a fazem. Espreitem 😉

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modus vivendi

Maio 25, 2007

passo os dias mergulhado em econima. isso asfixia-me. o dia morre sempre, ou quase sempre, pela janela da redacção. sou de noite. só posso ser de noite. e, como tal, roubo impiedosas horas ao sono. a cama aparece-me como o carrasco que compactua com os ladrões do tempo que tomaram os ponteiros da minha vida. resisto. e sou de noite.

há coisas boas. o digital (versão papel) chamou por mim e eu fui, todo contente. agora escrevo-me também ali aos sábados e sobre coisas que me são tão caras. quando as intermináveis tardes económicas apertam, escondo-me na maviosidade da música que encontrei aqui. e quando posso ser, quando o «até amanhã» me chuta para fora destas quatro paredes, arrastam-me coisas monstruosas, fatais. e às vezes o bairro alto.

mas de tudo quanto sempre gostei de fazer, espreitar cinema foi o ritual que mais sentiu a mão pesada deste novo ritmo diário tão aturdido e lancinante. certo, não podia seguir a cadência assoberbada de um filme por dia. mas gostava. das leituras não me privo. da poesia lusófona à narrativa de Baptista-Bastos, dos contos fotográficos de Tchekhov às palavras espinhosas de Rilke.

no que sobra, a vida continua como dantes: agitada, caótica, desregulada, anárquica. boa.

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da universidade e do fala-barato

Abril 9, 2007

Não me surpreende a opção de encerramento compulsivo da Universidade Independente apresentada por Mariano Gago. Agora só falta outro ministro, o primeiro, esclarecer essa estória tão mal contada acerca das suas habilitações literárias. E já vem tarde, o esclarecimento.

Quanto a Ahmadinejad, o tipo não sabe mesmo viver sem que uma câmara lhe esteja a ser apontada. Depois de “libertar” os marines norte-americanos debaixo de um aparato que fez a coisa parecer um talk show bem rasteiro, o senhor lá voltou ao púlpito. Desta vez para falar da questão nuclear e, claro está, para entrar pelas nossas casas às 20h em ponto. Que farteza..

P.S. – Já instalado em Lisboa, num quarto de uma casa de estudantes bem junto ao Marquês de Pombal; já com o meu editor presente e a dar-me trabalho e já a publicar na secção diária de Economia. Agora sim, a coisa está a aquecer. Abraços.

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público digital

Abril 7, 2007

É assinalável o trabalho que os jornalistas Pedro Ribeiro, Maria do Céu Lopes, Nuno Sá Lourenço, João Pedro Pereira e Isabel Gorjão Santos têm vindo a desenvolver no Público Digital. A informação que por lá se dá é muita, boa e extremamente actualizada.

Com o Pedro e com o João cruzo-me todos os dias na redacção – provavelmente com alguns dos outros também, mais ainda me é impossível associar os nomes às pessoas.  E, confesso, invejo-lhes (de modo saudável, claro está) o trabalho que têm e os temas que tratam. Vale a pena visitar regularmente a página.

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da economia

Abril 5, 2007

Nasce aqui, hoje, agora, uma nova categoria neste blogue. Vai chamar-se “da economia” e é o reflexo evidente dequele que será forçosamente um dos meus interesses nos próximos meses.

Para já, deixo duas coisas: esta notícia (FBI checks gambling in Second Life virtual world), sobre a jogatina virtual ou nem tanto que se faz por aqui; e esta outra (McDonalds and KFC suspected of labor rights violations), que não deixa de representar um enorme paradoxo.

Amanhã saem os primeiros textos meus no Público. Não, não são nada demais e não, não há que perder tempo com eles caso a Economia vos não interesse. Digo-o apenas para que conste.
Por aqui me fico.
Abraços económicos 😉