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vou-me

Fevereiro 5, 2008

Feche-se a porta, encoste-se a enxada, pouse-se o pincel, desligue-se a câmara, amarrem-se os dedos. isto começou aqui e acaba aqui. Sem porquês. Se haverá outras núpcias não sei. Defendo-me com a frase que João Soares me atirou há dias numa entrevista: «Costuma dizer-se que o futuro a deus pertence. Eu sou ateu. Não tenho acesso à informação.»

Até à vista.

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11 comentários

  1. oh 😦 😦 😦
    não acredito que aguentes muito tempo fora da blogosfera. nós cá te esperamos 😉
    beijinho


  2. estás por aí, no mundo, não é grave, não há ausência.


  3. 😦


  4. Bem-vindo ao clube 🙂


  5. Até quando, Hélder? Até quando?


  6. Sê feliz! 🙂


  7. hope to see you around, mr beja*


  8. vemo-nos… Sexta 🙂 abraço


  9. Espero que voltes, colega Beja.
    Fazes falta. 😦


  10. gostei da simplicidade de deste texto. saramago, também comecei a ler esse livro, infelizmente não tive a coragem suficiente para o ler todo. e esse cigarro que se acendeu nos teus lábios… nunca acendi nenhum enquanto olho para a minha estante, mas uma pessoa sem sono à procura de um bom livro na estante e de cigarro na boca parece-me poesia: o género de poesia do fernando pessoa.


  11. Pena que o até à vista não tenha sido um até já… ainda espero



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