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pensar o cinema

Agosto 21, 2007

É sabida a minha admiração por João Lopes, pela forma ímpar como pensa o cinema no nosso país, pela dignidade que, com os seus textos, confere a cada imagem. Porque João Lopes vê, como eu vejo, o «cinema como fenómeno específico, com uma história própria e um património insubstituível». E escreve coisas tão certeiras como esta.

«Este é Bertil Guve, em Fanny e Alexandre (1982), de Ingmar Bergman: acontecem mais coisas neste grande plano do que num dia inteiro de telenovelas.», João Lopes


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