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questão ética

Janeiro 9, 2007

Será isto viver?
Honestamente, tenho muitas dúvidas.

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14 comentários

  1. Que atrocidade…viver não é certamente…
    Olá helder, tropecei aqui no teu (novo) cantinho,gostei:) convido-te a conhecer o meu rebento:www.filipaqueiroz.blogspot.com. Fica bem, bons estudos*


  2. ui, que arrepio…


  3. Já tinha ouvido falar, mas não conhecia bem a estória. Completamente de acordo…


  4. brutal… em pleno século XXI estas coisas ainda acontecem… Em que mundo é que vivemos?
    enfim…


  5. depois da pele de galinha, começo a inclinar-me mais para o Rui e menos para o Alex…


  6. mas o Rui está completamente de acordo com quê? com o meu questionar de se “aquilo” é vida ou com as medidas tomadas? Rui, esclarece aí a malta. 😉


  7. “Será isto viver?”. De facto é transtornante pensar na realidade desta família, mas vejam a situação da seguinte forma: uma criança não tem a normal capacidade de desenvolvimento cerebral; naturalmente, o seu corpo cresce como o de qualquer outro ser humano; sem qualquer intervenção, a sua situação seria ‘grotesca’ daqui a uns anos, quando o seu corpo crescesse o suficiente para, por exemplo (e peço desculpa pela imagem mental…), se tornar uma tarefa hercúlea conseguir fraldas e outro tipo de objectos indispensáveis… A isto se alia o envelhecimento do resto da família. Qual a solução? Eutanásia? Não, porque a criança não quer morrer… A actual forma de tratamento parece-me – embora classificando-a com o “ui, que arrepio…” do Hugo – a melhor e a única que compatibiliza o amor dos progenitores (que não querem matar a filha) com a situação em que vive a criança.


  8. Tá esclarecido 😉


  9. completamente esclarecido. 😉


  10. partindo da suposição que, durante a gravidez, foi possível vislumbrar algum tipo de anomalia no feto, seria esse o momento em que toda esta dramática história poderia ter levado um ponto final.
    infelizmente, tal não se verificou – por desconhecimento ou por mera opção parental – e, assim sendo, chegados que estamos à actual situação, também a mim me parece que as medidas tomadas são completamente compreensíveis.
    mas ninguém deveria ter que “viver” assim.
    abraços.


  11. Completamente de acordo com o comentário de 9 de Janeiro , pelas 16h08, do Hélder. Isso não é viver, definitivamente.


  12. «Ninguém deveria ter que “viver” assim». Essa é uma decisão que poderia ter sido tomada pelos progenitores: abortar. No entanto, parece-me louvável a escolha quando o que se verifica é que o sofrimento diário é dos decisores e não da filha.


  13. A escolha pode parecer-me tudo. Menos louvável. Louvável não. E a questão do “sofrimento” estará longe de ser linear.


  14. Confesso que me causa algum desconforto pensar no futuro da criança – especialmente quando os pais forem velhos. De qualquer forma, e apesar de este ser o tipo de caso para o qual o aborto é uma opção legítima, creio que a decisão demonstra um forte sentimento dos pais pela filha. O que considero “louvável” é esse altruísmo, esse não seguimento da via fácil, cómoda… Segundo sei, a criança não sofre com o seu estado, sendo a sua única deficiência mental; o grande ‘desconforto’ é mesmo o dos pais.



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