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esticar a corda

Janeiro 8, 2007

«A proeza e o risco. Os travos que fazem crescer. Trazemos no que somos um horizonte de sombras e claridades. E é com as sombras, muitas vezes, que caminhamos para alegrias decisivas. O braço direito partido. O quanto devo aos ossos quebrados, a este molde de não entrar nos eixos, assumir o erro enquanto erro, fragmento que não separo de quanto julgo acertado nas minhas opções. O tempo lá está para dar às coisas a justa medida e uma compreensão à margem dos juízos de circunstância.»

José Manuel Mendes, in O Despir a Névoa (p.49). Lisboa: Caminho, 2003.

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