
noite
Janeiro 3, 2007gostava-me escrever tudo quanto sonhei a noite passada. o murmúrio de um ente próximo, amigo. dizia-me coisas que quero ouvir. dizia.
brotou um querer sublevar-me por apenas em sonho ter direito a elas.
há intermitências daquela prosa desejada que me vêm e logo se camuflam. rememoro palavras, não frases. e ainda assim nada me aparece como mais formoso. mais compassivo. mais belo.
adormecerei hoje com vontades de sonhos miméticos. ainda que disso não passem. sonhos.
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