
vou-me
Fevereiro 5, 2008Feche-se a porta, encoste-se a enxada, pouse-se o pincel, desligue-se a câmara, amarrem-se os dedos. isto começou aqui e acaba aqui. Sem porquês. Se haverão outras núpcias não sei. Defendo-me com a frase que João Soares me atirou há dias numa entrevista: «Costuma dizer-se que o futuro a deus pertence. Eu sou ateu. Não tenho acesso à informação.»
Até à vista.

oh


não acredito que aguentes muito tempo fora da blogosfera. nós cá te esperamos
beijinho
estás por aí, no mundo, não é grave, não há ausência.
Bem-vindo ao clube
Até quando, Hélder? Até quando?
Sê feliz!
hope to see you around, mr beja*
vemo-nos… Sexta
abraço
Espero que voltes, colega Beja.
Fazes falta.
gostei da simplicidade de deste texto. saramago, também comecei a ler esse livro, infelizmente não tive a coragem suficiente para o ler todo. e esse cigarro que se acendeu nos teus lábios… nunca acendi nenhum enquanto olho para a minha estante, mas uma pessoa sem sono à procura de um bom livro na estante e de cigarro na boca parece-me poesia: o género de poesia do fernando pessoa.