O Rascunho tem um blogue especialmente criado para acompanhar a quarta edição do Festival de Cinema Independente de Lisboa. Podem visitá-lo em http://rascunhonoindie.wordpress.com
Eu e alguns dos meus companheiros de projecto tentaremos dar conta do que formos conseguindo ver durante a mostra. E são bem-vindas colaborações exteriores (ler mais no blogue). O blogue será efémero, tão curto como a duração do festival, de 19 a 29. E por isso pede atenção desde já, porque não tem tempo de crescer. É um menino a precisar de atenção imediata.
Não, este ainda não é o post do «hoje fui ver o meu primeiro filme à Cinemateca». Esse está para breve. Este é só o do «duas semanas depois de chegar a Lisboa, descobri que a Cinemateca fica nem a dez minutos a pé da minha casa». E fui espreitar. Sou, pois, quase vizinho dessa coisa-cinema que tantas e tantas vezes preencheu o meu imaginário nos últimos anos.
Na casa dos filmes que tanto me gostam e interessam – e aos quais sempre fui sobremaneira mais dedicado que à música (oh para mim a tentar recuperar a credibilidade perdida dois posts abaixo ) – lá, na Cinemateca, perpassei corredores e visitei o bar. Vi gente bonita, bebi café e trouxe comigo o (vasto) programa de Abril.
Amanhã, podendo, vou estrear-me numa daquelas salas. Para ver Ten Minutes Older: The Trumpet, manta de retalhos a 10 minutos feita pela objectiva de Jim Jarmusch, Spike Lee, Wim Wenders e outros. É o aquecimento para o Indie, que começa quinta-feira e do qual vou fazer a cobertura para o menino projecto. Mas isso são outros quinhentos e deles falaremos mais adiante.
ps: o site da Cinemateca não pode ser acedido através do brower Mozilla. Dizem-nos eles: «Recomendamos a utilização do Internet Explorer 5.5 ou versão posterior. A nossa intenção é disponibilizar o quanto antes uma versão compatível entre todos os ‘browsers’, no entanto ainda não temos previsões quando tal será possível». Nota tecnológica muito negativa, (im)perdoável até.
É pública, no sentido em que conhecida junto da malta amiga, a minha pungente ignorância musical. Não a escondo. Antes, ergo-a como um facho a arder na noite escura (onde é que já li isto?). Mas é também essa imperícia cancioneira que me concede momentos de raro prazer. Explico: ontem, depois de ler o ípsilon e de acreditar que os Artic Monkeys são verdadeiramente um fenómeno – o facto de até um tipo musicalmente iletrado como eu os conhecer comprova-o – descobri que uma das influências do grupo eram uns tais de The Strokes. O nome soou-me familiar, mas não mais que outra qualquer palavra lida ou ouvida um par de vezes aqui e ali.
Lá fui, pois, aos gigas de música que passaram deste menino para mim – melhor, para o meu pc – durante os meses em que vivemos juntos (que bem que isto soa..). E lá estavam eles, The Strokes. Ouvi os dois álbuns: Is this it? (2001), o primeiro, em primeiro; Room on Fire (2003), o segundo, em segundo. Imprevisível.
E gostei, mas gostei tanto de Is this it? que me arrisco a dizer que nunca tinha gostado tanto de nada logo à primeira. E, relembre-se, é de música que estamos a falar.
Uns porreiros, estes norte-americanos do vocalista e letrista Julian Casablancas (perdoe-se a brejeirice do nome; o produto é bom, muito bom).
Gosto de lhe chamar metablogue. E não me preocupo com a eventualidade da incorrecção terminológica. Falo-vos do Comunicação Social, blogue criado em 2004 por alunos de Comunicação Social da Universidade do Minho e que, depois de alguns meses de interregno, está de volta.
Tratamos, genericamente, a sociedade de informação em que, gostemos ou não, vivemos. E nós gostamos. Mudámos de casa, lavámos a cara e estamos contentes e empolgados com o novo fôlego deste micro-projecto. Espreitem.
Abraços.
era uma menina que falava que dava gosto escutá-la. era uma amiga feita nos tropeções nómadas da vida. era uma moça esperta como ela só. e humilde. era, é, a carolina lapa. e um blogue novinho em folha: immerse your soul in love.
Não me surpreende a opção de encerramento compulsivo da Universidade Independente apresentada por Mariano Gago. Agora só falta outro ministro, o primeiro, esclarecer essa estória tão mal contada acerca das suas habilitações literárias. E já vem tarde, o esclarecimento.
Quanto a Ahmadinejad, o tipo não sabe mesmo viver sem que uma câmara lhe esteja a ser apontada. Depois de “libertar” os marines norte-americanos debaixo de um aparato que fez a coisa parecer um talk show bem rasteiro, o senhor lá voltou ao púlpito. Desta vez para falar da questão nuclear e, claro está, para entrar pelas nossas casas às 20h em ponto. Que farteza..
P.S. – Já instalado em Lisboa, num quarto de uma casa de estudantes bem junto ao Marquês de Pombal; já com o meu editor presente e a dar-me trabalho e já a publicar na secção diária de Economia. Agora sim, a coisa está a aquecer. Abraços.
É assinalável o trabalho que os jornalistas Pedro Ribeiro, Maria do Céu Lopes, Nuno Sá Lourenço, João Pedro Pereira e Isabel Gorjão Santos têm vindo a desenvolver no Público Digital. A informação que por lá se dá é muita, boa e extremamente actualizada.
Com o Pedro e com o João cruzo-me todos os dias na redacção – provavelmente com alguns dos outros também, mais ainda me é impossível associar os nomes às pessoas. E, confesso, invejo-lhes (de modo saudável, claro está) o trabalho que têm e os temas que tratam. Vale a pena visitar regularmente a página.
Debate sobre a validade/importância da informação dita independente no Rascunho. O meu e os restantes contributos podem ser lidos aqui.
Já escrevia a norte-americana Variety, acerca do programa Os Grandes Portugueses (num artigo que vale a pena ler): «don’t ask a TV audience for its opinion unless you’re prepared to hear the answer». A máxima pode também aplicar-se a esta micro-discussão.
Nasce aqui, hoje, agora, uma nova categoria neste blogue. Vai chamar-se “da economia” e é o reflexo evidente dequele que será forçosamente um dos meus interesses nos próximos meses.
Amanhã saem os primeiros textos meus no Público. Não, não são nada demais e não, não há que perder tempo com eles caso a Economia vos não interesse. Digo-o apenas para que conste.
Por aqui me fico.
Abraços económicos
Dois dias, três textos. Ambos para o suplemento de Economia que sai à sexta-feira (não sei se esta semana sairá à quinta devido ao feriado..). Nada mal.
E hoje tenho a minha primeira ‘encomenda’ mais à séria. Confidencial, por ora.
Da casa é que ainda nada. Estou a ir e vir para Santarém, o que não é nada doce.
Ainda assim, digo: é bom estar no Público.
Primeiro post directamente da redacção do Público. Duas secções à escolha, foi o que tive: Economia ou Desporto. Escolhi a primeira. Não contava mas até me parece bem, ou pelo menos diferente e enriquecedor. E, claro, no momento da escolha lembrei-me do Filipe Alves (actualmente na secção de Economia do Sol) e do meu amigo Romano, o economista nato (lol), e de como este estágio seria perfeito para ele. Espero que também o seja para mim.
Agora, a P(ublicar)!
Abraços.